A operação de equipamentos autônomos da Vale na mina de Brucutu, localizada em São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), foi reconhecida com o Shingo Prize. A premiação é concedida pelo Shingo Institute, da Utah State University (EUA), criada em homenagem a Shigeo Shingo, um dos principais formuladores do Sistema Toyota de Produção. Segundo a Vale, é considerado o prêmio mais rigoroso e prestigiado do mundo em gestão operacional e cultura organizacional.
A operação da Vale em Brucutu foi pioneira no Brasil a operar frota de transporte 100% autônoma, iniciando o uso da tecnologia em 2018. A unidade conta atualmente com 15 caminhões fora de estrada, com capacidade de transporte de 240 toneladas cada um, e duas perfuratrizes. Uma equipe especializada monitora a operação por uma sala de controle, reduzindo a exposição aos riscos. Estes equipamentos contribuíram para que a Vale alcançasse o maior volume anual de produção de minério de ferro desde 2018, que atingiu 336 milhões de toneladas.
A Vale mantém no Brasil cerca de 100 equipamentos autônomos em suas operações de mina, pátio e porto. “Há uma grande sinergia entre as metas da empresa e o uso de autônomos, que entrega segurança, redução de custos de operação, aumento de performance e redução da emissão de carbono em nossas operações”, diz Carlos Medeiros, vice-presidente de Operações da Vale.
Prêmio comprova operação autônoma da Vale
Segundo o executivo, o prêmio comprova o compromisso da Vale com a excelência operacional e a melhoria contínua. “Ele reflete a disciplina das nossas equipes, a força da nossa cultura e a capacidade de evoluir com foco em segurança, qualidade e eficiência”, diz.
A cerimônia oficial de entrega do Shingo Prize será realizada no dia 19 de março, nos Estados Unidos, reunindo organizações globais referência em gestão industrial. No ano passado, o Centro de Troca e Manutenção de Rodeiros da Estrada de Ferro Carajás (EFC), em São Luís, conquistou a medalha de prata nesta mesma premiação.
Leia mais


