CAF libera empréstimo de US$ 50 mi na Colômbia

Do CAF – 29.10.2015 – 

Valor será aportado na ampliação e modernização do aeroporto de Barranquilla, o quarto maior da Colômbia em movimentação de passageiros. 

O CAF, banco de desenvolvimento da América Latina, anunciou a concessão de um empréstimo de US$ 50 milhões para o Grupo Aeroportuário do Caribe S.A.S. para a ampliação e modernização do Aeroporto Ernesto Cortissoz, da cidade de Barranquilla, a quarta com maior mobilização de passageiros por ano na Colômbia.

Este empréstimo, com um prazo de 15 anos, busca contribuir para que o terminal aumente em 25% o número de passageiros que mobiliza, e que atualmente chega a 2,4 milhões de pessoas por ano, com a pretensão de atrair mais turistas e companhias aéreas para a capital do Atlântico e, assim, desenvolver o potencial da cidade como o epicentro do turismo de negócios e convenções, e como polo comercial do caribe colombiano.

O empréstimo do CAF equivale a aproximadamente 40% do total de créditos concedidos ao Grupo Aeroportuário do Caribe, que obteve recursos totais no valor de USS 112,5 milhões. Grupo Aval, Bancolombia e Davivienda também participaram no incentivo desta intervenção. O início das obras no terminal aéreo está previsto para o primeiro trimestre de 2016, quando começará o desembolso dos recursos.

“Através deste tipo de operações, o CAF pretende facilitar a execução de obras de infraestrutura que o país necessita para consolidar seu crescimento e desenvolvimento”, disse Carolina España, diretora-representante do banco de desenvolvimento na Colômbia. “Neste sentido, continuaremos apostando na participação da instituição em projetos viários, aeroportuários e portuários que gerem progresso para as regiões e lhes permitam explorar seu potencial”.

A diretora-representante afirmou que existem avanços na estruturação do fundo de capital privado para impulsionar projetos de infraestrutura no país, com o qual se busca facilitar a canalização de recursos dos investidores institucionais, incluindo os fundos de pensões, através do instrumento de dívida principal.

“Este veículo foi elaborado para corrigir uma falha de mercado que existe na maioria dos países com o objetivo de apoiar os fundos de pensão e as seguradoras, a fim de que invistam em projetos atraentes, que contribuam estrategicamente para o desenvolvimento”, concluiu España.

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