Empresas usaram IoT para prevenir incêndio nas Paralimpíadas

Da redação – 21.09.2016 –

Solução de Internet das Coisas (IoT) monitorou 24 salas de tecnologia da informação usadas durante o evento no Rio de Janeiro.

Três empresas participaram da iniciativa que fez a coleta e análise dos dados em tempo real em vários pontos da cidade, entre os quais o Parque Olímpico, Vila Olímpica, Riocentro, estádio do Engenhão e o porto náutico Marina da Glória. Além deles, o Campo Olímpico de Golfe e o Complexo Esportivo de Deodoro também foram rastreados pelo sistema Datalogger, criado pela startup Carmel Tecnologia, de Santa Rita do Sapucaí (MG).

Em conjunto com a Just Bonpet, empresa especializada em engenharia de incêndios, e usando a especialização da Telit em internet das coisas (IoT), a companhia mineira usou o dispositivo multiplataforma para avaliar riscos reais de sinistro durante os jogos. A solução envolveu a instalação de sensores de fumaça em locais de grande circulação, enviando os dados simultaneamente para a plataforma da Telit, o que facilitaria a tomada de decisão em caso de incêndios. “O projeto foi bem-sucedido e conseguimos monitorar as 24 salas das instalações olímpicas”, explica Juatan Melga, um dos fundadores da startup.

De acordo com ele, o Datalogger foi criado para fazer a gestão remota de máquinas, equipamentos e frotas, o que pode reduzir o custo operacional da equipe de manutenção e de campo. A solução está no DNA da empresa mineira, que começou desenvolvendo e comercializando hardware e software voltados para o mercado M2M (comunicação máquina a máquina) e IoT usados em rastreamento e medição remota de máquinas, equipamentos e sensores.

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