Energia é missão crítica para a Caterpillar

Rodrigo Conceição Santos (Branded Content) – 05.08.2019 – 

Fabricante tem portfólio amplo de Grupos Geradores à diesel e gás para aplicações em emergência e contínuas; Painéis solares e baterias de armazenamento de energia completam o rol de soluções da empresa.

O leque de equipamentos alicerça a fabricante no raciocínio de que a energia é uma questão de criticidade. Diego Sabetta, gerente de vendas de grandes projetos, cita como exemplos situações nas quais a queda de energia pode comprometer a vida ou mesmo a perda de dados estratégicos e financeiros. “Hospitais e Data Centers, para ficarmos em duas situações críticas, são usuários constantes de grupos geradores para garantir a confiabilidade da energia que utilizam”, diz. Em indústrias, onde a oscilação pode comprometer a continuidade e a qualidade da produção, esses equipamentos também são essenciais, explica ele.

Em outros cenários, a confiabilidade dos grupos geradores os torna a principal fonte de alimentação de energia. Grandes eventos de entretenimento são exemplos que requerem sistemas seguros e com energia de qualidade para aplicações de transmissão de dados (broadcasting) e “hospitality”. Assim como obras de infraestrutura e minerações em locais distantes, onde as concessionárias não têm infraestrutura para suprir a demanda de energia.

Essas situações são comumente vivenciadas pelos especialistas de energia da Caterpillar, que direcionam a administração de grupos geradores movidos à diesel. Uma evolução em termos de custos e meio ambiente pode ser a adoção de motores a gás e biogás, combinados com cogeração dos gases de escape. “Geralmente, esses equipamentos são indicados para locais onde há disponibilidade de gás natural distribuído por rede de gasodutos ou biogás de diversas fontes”, diz Marcelo Cupolo, gerente territorial da Caterpillar Energy Solutions para o Brasil.

A aplicabilidade do uso de gás natural como combustível é mais atrativa quando se aproveita o calor residual dos motores pela cogeração. “Sem cogeração, dificilmente a conta fecha”, adianta o especialista.

A cogeração pode ser de pequeno porte, com um equipamento gerando energia elétrica para um condomínio residencial, por exemplo, e aproveitando os gases de escape para o trocador de calor que aquece uma piscina. Também há cogerações maiores, como em shopping centers, onde o calor residual dos motores vai para os chillers, que trocam calor para gerar água gelada. Essa é uma configuração bastante comum no Brasil, segundo Cupolo.

As aplicações com uso de biogás também avançam. Além dos aterros sanitários, onde os geradores são alimentados pelo biogás produzido naturalmente pela decomposição do lixo, mercados agropecuários estendem o uso da tecnologia. A Caterpillar tem focado em grandes projetos nas indústrias, em aterros e também no uso de biogás de vinhaça, resíduo da produção de etanol.

Um destaque é a suinocultura, que envolve mais de 700 mil produtores no Brasil e onde aumenta-se a percepção de que o uso de grupos geradores improvisados – com motores a diesel adaptados para gás – são inadequados. “Esse setor vem de uma curva de aprendizado muito interessante, após péssimas experiencias”, diz Cupolo.

Agora, ele conta, há consenso de que é preciso entender o processo completo, que começa com a garantia da disponibilidade do biogás. Ou seja, primeiro se trabalha para o biodigestor funcionar corretamente, e isso inclui a retirada de alguns contaminantes do biogás, e só depois o combustível fica apropriado para alimentar os grupos geradores. Cupolo e sua equipe usam esse conhecimento para auxiliar os clientes nas etapas de produção do biogás, garantindo a boa performance dos grupos geradores.

O especialista da Caterpillar acredita no crescimento do mercado de grupos geradores a gás e biogás no Brasil. Primeiro ele salienta que o governo tem sinalizado com medidas para reduzir o preço do gás natural. Depois ele concatena que essa é uma tendência mundial, ainda mais considerando as exigências cada vez mais severas em relação à poluição do ar, inevitável com a queima do diesel.


Locação de geradores é alternativa para reduzir Capex
Para clientes que não podem investir na aquisição de um grupo gerador, seja ele a gás ou a diesel, a Caterpillar, por meio dos revendedores, loca os equipamentos. “Nesse caso, a grande maioria ainda é destinada aos consumidores finais. Em períodos de baixa atividade econômica, como o atual, a locação tende a aumentar como forma de as empresas reduzirem o Capex (despesas de capital)”, diz Rodrigo Maeda, gerente territorial de vendas da Caterpillar.

A locação também é uma oportunidade para suprir demandas de energia em manutenção nas plantas industriais, ou mesmo para usuários novos, que primeiro se familiarizarão com a tecnologia sem ter de assumir responsabilidades como a da depreciação do ativo. “O mercado de rental também é o principal responsável pela rotatividade dos equipamentos usados, hora adquirindo um e hora vendendo para uma operação de menor demanda”, diz.

Experiencia com geradores avança para painéis solares e baterias
Recentemente, a Caterpillar estendeu a experiência em suprir energia com grupos geradores para ofertar geração solar fotovoltaica e armazenamento de energia em banco de baterias (Bi-Direction Power). Na energia solar, os painéis da gigante norte-americana são de película fina e prometem desempenho superior ao dos painéis tradicionais. Eles estão sendo comercializados no Brasil desde o início do ano.

Já as baterias podem ser de várias composições químicas, inclusive íon de lítio, e servem para armazenar a geração excedente de energia, de modo que essa reserva seja utilizada quando necessária, caso falte Sol para os painéis solares. As baterias podem ser descarregadas em 95% e recarregadas sem limite de ciclo.

 

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