Fibracem lista 7 vantagens da cadeia local de produtos para redes de telecom

Redação – 05.08.2020 –

A compra no mercado interno pode ser melhor negociada com os fornecedores que tentam se adequar ao atual fluxo de caixa dos compradores. Essa é uma das defesas da Fibracem em benefício da cadeia local de suprimentos para redes de telecomunicações, principalmente nesta época da pandemia.

Segundo Anderson Ropelatto, da área de comércio exterior da empresa, há outros seis pontos que colocam os produtos nacionais à frente dos importados nesse setor. Veja a lista:

2 – O segundo da lista é a homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) (2), o que confere segurança e garantia de durabilidade, devido aos testes que os produtos são submetidos.

3 – Os provedores, instaladores, e até mesmo distribuidores de produtos de telecom que compram produtos nacionais dispensam a necessária e complexa regularização de importações na Receita Federal. Ropelatto explica que, após a empresa ser aprovada para importar produtos, é preciso encontrar parceiros confiáveis no exterior, e isso demanda tempo, sendo recomendável visitas nas instalações para conhecer o processo produtivo dos parceiros.

4 – A compra de produtos nacionais elimina o risco de esperar pelas cargas por mais tempo que o necessário.

5 – Os produtos nacionais estão menos voláteis à variação cambial, possibilitando ganhos operacionais com controle de estoques e fluxo de caixa facilitados.

6 – Compras locais contam com a eficiente legislação brasileira com o Código de Defesa do Consumidor e órgãos como o Procon para as relações entre consumidores e fornecedores.

7 – Quando um produto importado precisa de homologação da Anatel, sob risco de retenção, há exigência de alguns processos que precisam ser realizados para a mercadoria chegar no Brasil. “É preciso lembrar que tem toda a parte da logística internacional e a nacionalização. São diversas situações e possibilidades que podem ocorrer em todo o trâmite de importação das matérias primas ou itens acabados”, adverte Sebastião Rezende, gerente técnico e comercial da Fibracem.

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