Fontes limpas retomam competitividade em energia

Da Redação – 19.08.2018 –

Um índice da FDR Energia aponta que a competitividade das fontes limpas no mercado livre de energia brasileiro, com a média de “0,535”, aumentou 5% em setembro. A comparação é com o mês anterior, que registrou nota “0,507”.

De acordo com o levantamento, Tocantins continua na liderança do ranking com a média “0,624”. Na segunda posição, permanece o Pará, com “0,614”, seguido por Espírito Santo, com “0,602”. Na quarta posição ficou o Estado de Goiás, com “0,600”. Os estados citados estão com médias acima de “0,6”, o que indica boa viabilidade para o consumidor migrar do mercado cativo para o Ambiente de Contratação Livre de energia.

O estado do Rio de Janeiro ficou em quinto lugar, com a média “0,599” e chegou bem perto desta classificação. Na lanterna do ranking, permanece o Amapá, com nota “0,373”, o que representa baixa atratividade.

“O resultado de setembro foi o melhor desde abril de 2018, sobretudo, impulsionado pelo aumento das tarifas de energia no mercado cativo”, explica Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia e coordenador do estudo. O índice, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.

No Índice Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia, pode-se considerar que valores abaixo de 0,4 são tidos como inviáveis financeiramente para migração para o ACL. Entre 0,4 e 0,6 como viabilidade moderada, entre 0,6 e 0,8, de boa viabilidade e acima de 0,8, com alta viabilidade.

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