Geólogo americano mostra desafios do oléo e gás de xisto

Da Redação – 29.08.2018 –

Scott Tinker destacou mistérios da exploração de reservatórios não-convencionais na semana passada

Considerado uma autoridade em reservatórios não-convencionais, ou seja, shale gas e shale oil, os chamados gás e óleo de xisto, o geólogo mostrou a experiência dos Estados Unidos nessa área. Tinker também falou sobre a previsão global desta fonte de energia, hoje responsável por 10% da produção total de óleo e gás no mundo.

“Os recursos globais de reservatórios não-convencionais são vastos. Além disso, converter recursos em reservas é um trabalho que envolve tecnologia, custo, infraestrutura e, principalmente, estrutura política, regulatória e econômica de um país”, explicou.

Outro ponto destacado foi o impacto para o meio ambiente local, onde a fonte é extraída e produzida. O gás natural, fonte gerada a partir de alguns tipos de reservatórios não-convencionais, substitui o carvão nas gerações de energia elétrica, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa e nocivos a saúde.

Scott Tinker também reforçou os impactos positivos que a produção de combustíveis fósseis pode trazer à economia de um país. De acordo com sua vasta experiência no setor, a capitalização da produção de não-convencionais pode variar por operador, posição dentro da bacia, tecnologia e opções energéticas.

“É possível fazer dinheiro com esta operação. Basta termos recursos e tecnologia disponíveis para tornar o negócio viável. A produção de petróleo e o gás natural de reservatórios não-convencionais beneficia e tem um impacto transformador na economia como um todo, permitindo investimentos e melhorando a qualidade de vida humana”, concluiu Tinker.

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