Intenções de obras crescem e setor de infraestrutura pode receber R$ 960 bi até 2026, diz Neoway

Redação – 21.02.2021 –

Estudo analisa crescimento de mais de 14% nas projeções de obras em estágio de projeto, intenção, paralisadas ou em andamento.

O estudo Brasil Visto Pela Neoway para o mercado de construção civil analisa o período entre 2021 e 2026 para os setores de energia, saneamento, óleo & gás, transporte, indústria, infraestrutura esportiva e suas subdivisões. A avaliação mais recente diz que Brasil pode totalizar investimentos de R$ 961,5 bilhões em infraestrutura e construção civil nos próximos cinco anos. Grande parte disso, porém, diz respeito a obras em estágio de projeto ou intenção (R$ 871,9 bilhões). Em relação ao ano passado, isso representa crescimento de 14%. Já os investimento em obras paralisadas ou em andamento deve ser de de R$ 89,6 bilhões até 2026. O valor é 17,6% superior ao do relatório anterior.

“Apesar de 2020 ter sido difícil economicamente, o segmento de construção civil e infraestrutura manteve uma constância. Foram anunciados diversos projetos, assegurando a tendência de crescimento para os próximos anos. O destaque é para o setor energético que lançou o Plano Nacional de Energia 2050. Aliás, os movimentos reforçam a consolidação da energia eólica como tendência para o país”, analisa Jamila Rainha, gerente de produtos da Neoway.

Os estados com mais investimentos em obras já em andamento são Rio de Janeiro (28%), São Paulo (23%), Paraná (6,5%), Minas Gerais (6,2%) e Santa Catarina (6,1%). Especificamente sobre obras ainda em fase de projeto e intenção, São Paulo (12,9%), Minas Gerais (11,6%), Pará (11,4%), Pernambuco (9,3%) e Rio de Janeiro (5,7%) despontam.

“O Brasil Visto Pela Neoway permite acessar oportunidades de negócio em tempo real, divididas por região e área de atuação. Por exemplo, ele traz que, atualmente, há 359 obras paralisadas no país. Ou então que os setores de energia e transporte são destaques, especialmente em obras de geração e rodovias. Essas informações são muito valiosas na hora de definir de qual estratégia adotar para o futuro da empresa”, comenta Rainha.

Os dados são levantados de fontes como Diário Oficial da União, Portal da Transparência, Caixa Econômica Federal e programas governamentais. O levantamento conta ainda com modelagens estatísticas e diferentes variáveis desenvolvidas pela equipe de Ciências de Dados da Neoway.

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