O ciclo de vida de qualquer peça de equipamento é complemente previsível

Da Redação – 24.01.2019 –

Avaliação é do consultor americano John Dolce, que atende o mercado de gerenciamento de frotas desde 1979.

Toda afirmação contundente é complicada, mas o background de John Dolce como consultor de grandes frotistas americanos públicos e privados, deve ser considerado. Ele tem 40 anos de experiência em consultoria para clientes que possuem de 100 equipamentos a frotas gigantescas de 18 mil unidades. O tema de Dolce tem tudo a ver com o World Of Concrete, feita que acontece até essa sexta em Las Vegas. E tem a ver por que não existe indústria de construção sem betoneiras, entre outros veículos.

O especialista mostra, com números, que é possível prever o ciclo de vida de qualquer peça de qualquer equipamento. E faz isso pegando um caminhão leve, com custo de aquisição de 18,5 mil dólares. Segundo ele, os custos acumulados de manutenção vão se equipara ao preço de compra (excluindo os juros) no sétimo ano. Um ano depois, o orçamento de manutenção supera os preços de aquisição. Então, no sétimo ano é hora de trocar a frota. Na avaliação de Dolce, o acompanhamento preciso permite a proatividade na troca, reparo e outras iniciativas.

No mesmo exemplo, ele estima que a depreciação do principal seria de 4,4 mil dólares, com os juros correspondendo a 925 dólares a manutenção por 360 dólares (peças e serviços). No  sétimo ano não haveria depreciação e nem juros, mas a manutenção já teria saltado para 1.665 dólares.

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