Oceano azul, do próprio oceano, gera US$ 1,1 trilhão a poucas empresas

Redação – 15.04.2021 –

O conceito de Oceano Azul, publicado por W. Chan Kim e Renée Mauborgne em um livro best seller no setor econômico, mostra o sucesso de quem explora mercados pouco concorridos. É esse o caso do Oceano Azul dos oceanos, com o perdão do trocadilho. Em um levantamento do professor da Fuqua School of Business, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, um número pequeno de 100 empresas dominam 68% das transações de negócios nos oceanos.

A porcentagem representou cerca de US$ 1,1 trilhão em 2018. A Petrobras é a única brasileira da lista, mas não decepciona, pios é a segunda que mais fatura, entre as 100 maiores dos oceanos. Aliás, ela integra o grupo dominante da economia offshore: as empresas de petróleo e gás. Com receitas totais de US$ 830 bilhões, o setor ocupa nove, das dez primeiras colocações entre as empresas mais ricas dos mares.

Os dados estão no relatório “Ocean 100”, do qual Vermeer é coautor. “Os oceanos serão centrais para a economia global no século 21”, diz ele. “Um de nossos maiores desafios é manter os ecossistemas marítimos saudáveis em um cenário de crescente exploração e aceleração dos impactos do aquecimento global. O estudo confirma que um número relativamente pequeno de companhias será central nesse desafio, e contará com uma oportunidade real de liderança”, completa.

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