ONS prevê aumento da demanda de carga de energia elétrica nos próximos quatro anos

Redação – 11.12.2023 – Somente em 2024, a alta seria de 3,5%; no período até 2028, a demanda aumentaria 3,2%, em média O Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgaram, nesta terça-feira (05), as Previsões de Carga para o Planejamento […]

Por Redação

em 11 de Dezembro de 2023
Redação – 11.12.2023 – Somente em 2024, a alta seria de 3,5%; no período até 2028, a demanda aumentaria 3,2%, em média

O Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgaram, nesta terça-feira (05), as Previsões de Carga para o Planejamento Anual da Operação Energética – PLAN 2024-2028. A perspectiva é de uma expansão média de 3,2% na demanda do Sistema Interligado Nacional (SIN) ao longo do período.

Para 2023, os estudos consideram que o fechamento da carga no ano deve ser de 75.791 MW médios, de acordo com os dados verificados até novembro deste ano e as previsões divulgadas na 1ª Revisão Semanal do PMO de dezembro. Em 2024, o crescimento projetado é de 3,5%, atingindo 78.447 MW médios. Em 2028, a carga chegará a 89.023 MW médios. Os dados consideram a Micro e Mini Geração Distribuída (MMGD) e a integração de Roraima ao SIN em outubro de 2025.

O Norte terá o maior crescimento, obviamente por causa da adição do estado de Roraima ao SIN, com uma demanda média de 3,9% ao longo do período. O Nordeste aparece na segunda posição, com 3,7%, e o Sul com 3,5%. O Sudeste/Centro-Oeste será a região com menor crescimento, apenas 2,9%.

A confirmação dos cenários de médio prazo pressupõe a ocorrência de algumas premissas como: um cenário macroeconômico estável, dando maior confiança aos agentes e criando um ambiente propício ao crescimento econômico e da renda; um impulso adicional à atividade provocado por investimentos em infraestrutura; e a possibilidade de que a aprovação da reforma tributária promova impactos positivos na produtividade da economia, ainda que isso ocorra de forma menos intensa no horizonte de tempo do PLAN.

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