Prédios inteligentes compõem novo complexo próximo ao Porto Maravilha, no RJ

Da redação – 03.10.2016 – 

Entregue pela Odebrecht Realizações Imobiliárias, o empreendimento multiuso conta com diversas ferramentas para a economia de água e energia. Prédios devem gerar cerca R$ 720 milhões para a companhia. 

A Odebrecht anunciou a finalização da primeira parte do Complexo Atlântico, empreendimento localizado na área do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Dividido em duas partes, o complexo nasce com a entrega da parte Leste, que é composta por uma torre corporativa, outra comercial e duas torres de hotéis (um da bandeira Ibis e outro da Novotel). Segundo a companhia, todas elas contam com recursos inteligentes, instalados com a intenção de tornar o empreendimento mais econômico.

A Odebrecht destacou que a captação e reutilização de águas pluviais e cinzas (água residual não-industrial), a instalação de sensores de presença ligados à iluminação e uma central de coleta seletiva fazem parte do escopo do projeto. Além disso, os prédios foram construídos com vidros de alto desempenho termoacústico, medidores de consumo individuais, louças e metais sanitários economizadores de água, fachadas projetadas para maximizar o aproveitamento de luz natural e elevadores com dispositivos de antecipação de chamada e frenagem regenerativa. Neste último caso, o sistema possibilita o reuso da energia térmica gerada no ato da frenagem das cabines.

Com a venda das salas das quatro torres (54 salas corporativas, 330 salas comerciais e 450 quartos de hotéis) e do espaço de 50 lojas que compõem um Mall para atendimento dos usuários do complexo, a Odebrecht espera arrecadar cerca de R$ 720 milhões e alocar cerca de 10 mil trabalhadores. “A estimativa é que,com sua ocupação plena, cerca de 10 mil pessoas trabalhem na parte do Leste do complexoe aproximadamente 13 mil circulem diariamente por ele”, diz Marco Siqueira, diretor regional da Odebrecht.

A parte Oeste do complexo deve ser finalizada até novembro deste ano, com a entrega de mais três torres, sendo duas de uso misto e a terceira totalmente dedicada à ocupação de empresas da Organização Odebrecht, como a construtora do grupo e a unidade que se dedica ao setor de óleo e gás.

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