Recuperação do Rio Doce terá apoio de instituições científicas

Da Redação – 04.02.2016 – 

Cinco entidades, entre elas a Fapemig e a Fapes, assinaram documento que garante ações para a restauração do rio durante os próximos seis anos.

Na última semana, cinco instituições firmaram um acordo com o objetivo de melhorar o conhecimento sobre os impactos causados ao Rio Doce após o rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG). Fazem parte do acordo a Agência Nacional de Águas (ANA), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estados de Minas Gerais (Fapemig) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes).

Com a ação, que está prevista para durar seis anos, as entidades serão responsáveis pela implementação de programas voltados à formação de recursos humanos. Como consequência, o acordo servirá como base de aprimoramento de competências técnicas e científicas na área de desastres ambientais, utilizando a contaminação da bacia do rio Doce como o foco de estudos. O desenvolvimento dos programas também promete incentivar a publicação de editais de chamada pública para pesquisas – apoiadas financeiramente pela ANA – e apontar linhas prioritárias de pesquisa.

Para Vicente Andreu, diretor e presidente da ANA, esse tipo de iniciativa é essencial na tomada de decisão de situações críticas como a do rio. “Nossa expectativa é que, no menor prazo possível, consigamos ter produtos que possam dar respostas às questões urgentes, levando mais segurança para a população dessa bacia”, finaliza.

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