A Unidade Regional de Abastecimento de Água Potável e Esgotamento Sanitário – URAE 1 Sudeste, responsável por monitorar o cumprimento do contrato de concessão da Sabesp, participou de uma reunião com moradores de Hortolândia e a concessionária de saneamento para acompanhar as atualizações sobre as novas ações que serão implementadas na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade. A principal reclamação da população é com o mau cheiro que a estrutura exala.
O problema de odores na ETE Hortolândia é histórico e já foi alvo de inúmeras fiscalizações e multas aplicadas pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), que tem acompanhado a evolução das medidas corretivas. Com a desestatização da Sabesp, foi garantido o investimento necessário para a construção de uma nova ETE enclausurada — totalmente fechada — que será a solução definitiva e compatível com o nível de urbanização de Hortolândia. O novo equipamento está estimado em R$ 300 milhões e tem previsão de conclusão para o primeiro semestre do ano que vem.
Até lá, por enquanto, a Sabesp vem realizando a limpeza e revitalização das lagoas, a instalação de novos sistemas de aeração e a realização de manutenções complementares com equipes 24h. O investimento total da Sabesp nos projetos foi de R$ 28 milhões.
Sabesp realiza obras em mais cidades
Recentemente, a Sabesp destacou investimentos que tem feito para garantir a segurança hídrica em Campo Limpo Paulista e Várzea Paulista. São três intervenções ocorrem nos municípios de Campo Limpo Paulista, Francisco Morato e Franco da Rocha e começaram em abril de 2025 e, até agora, já foram implantados mais de 10 quilômetros de adutoras. Aproximadamente 100 profissionais atuam diretamente no empreendimento, que tem investimento de R$ 170 milhões.
O projeto prevê a captação de água na Represa Paiva Castro, em Franco da Rocha, e o transporte até a Estação de Tratamento de Água de Campo Limpo Paulista, responsável também pelo abastecimento de Várzea Paulista. Quando concluída, a nova estrutura contará com uma estação elevatória com capacidade para bombear até 400 litros de água por segundo, ampliando a oferta de água para tratamento e reduzindo a dependência do Rio Jundiaí em períodos de baixo nível.


