Smart cities, smart grid, smart car, smart tudo – inclusive home!

Da Redação – 25.11.2015 –

Pesquisa levanta que mais pessoas gostam da ideia de casa inteligente e acreditam que soluções dessa natureza ganharão espaço e terão mais impacto sobre suas vidas nos próximos anos.

smart home“Estou de volta ‘pro’ meu aconchego…”. Será? Em breve, você chegará em somente mais um local conectado. É o que define o conceito de smart home, que, assim como as smart cities, smart car, smart grid e outras “smarts”, é resultado da evolução da Internet das Coisas, com a qual tudo e todos podem ser conectados.

Nesta semana, uma pesquisa da consultoria GFK realizada com mais de mil adultos em vários países, levantou que a maioria (57%) gosta da ideia e acredita que as tecnologias de smart home ganharão espaço e terão mais impacto sobre suas vidas nos próximos anos. Esse percentual está no mesmo patamar dos que declararam ter pensamento semelhante sobre o carro conectado (56%).

Para os brasileiros – 80% dos entrevistados – as aplicações de smart home com maior apelo são as relacionadas à segurança e ao monitoramento de suas residências. Em segundo lugar, mencionadas por 78% deles, vêm as tecnologias voltadas a energia ou iluminação, empatadas com entretenimento e conectividade.  As tecnologias com foco em saúde são apontadas por 71%, e eletrodomésticos inteligentes por 66%.

Empresas de diversos segmentos podem entrar na briga pela oferta desse tipo de tecnologia, incluindo fabricantes de eletroeletrônicos, empresas globais de tecnologia, empresas de telecomunicações, lojas virtuais, etc. Por isso, a pesquisa também tentou identificar a preferência dos consumidores e o resultado, óbvio, é que eles preferem um fornecedor único – independente do segmento que ele atue. “Uma casa de três dormitórios pode ter até 100 aparelhos conectados à Internet. Apesar de apontar diversos segmentos de empresas como possíveis fornecedores e admitir a contratação de um mix de empresas, 61% dos entrevistados preferem que um único provedor responda pelos serviços”, diz Felipe Mendes, diretor-presidente da GfK.

Apesar do otimismo, os entrevistados ainda enxergam algumas barreiras para a adoção de soluções de smart home e o alto custo é a primeira delas, listada por 36%. A má qualidade da conexão com a Internet vem em seguida (21%). Essa pesquisa foi realizada entre setembro e outubro na Alemanha, Brasil, China, Coreia do Sul, EUA, Japão e Reino Unido.

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