O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF), realizou a pré-inauguração do Polo de Novas Tecnologias para a Transformação Energética e Digital (Pontte). O encontro aconteceu como parte da inauguração do Distrito de Inovação da Cantareira, localizado em Niterói (RJ), no dia 25 de julho, onde o centro de inovação passa a contar com sua primeira sede física.
Fruto de um acordo de cooperação acadêmica, técnica e científica com o ONS, o Pontte é um centro de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) para aproximar a academia dos desafios reais da operação do Sistema Interligado Nacional (SIN). A intenção do espaço é promover a formação de talentos, estudos aplicados e soluções tecnológicas inovadoras para o setor elétrico.
A iniciativa prevê a criação de projetos de pesquisa, extensão e prospecção tecnológica. O centro terá uma atuação inicial focada em cinco eixos prioritários: Cibersegurança em infraestruturas críticas; Inteligência artificial aplicada; Big Data e Open Data setorial; Monitoramento e automação; e Subestações digitais. Também está prevista uma segunda sede para o projeto.
Centro Pontte fortalece inovação para o ONS
Maurício de Souza, diretor de TI, Relacionamento com Agentes e Assuntos Regulatórios do ONS, diz que a iniciativa fortalece a capacidade de inovação do ONS, contribuindo para a formação de profissionais preparados para atuar em um contexto marcado pela expansão de fontes renováveis, digitalização e complexidade operacional.
Para o diretor-geral do ONS, Marcio Rea, esse é um passo importante do ONS na construção de soluções para o futuro da energia no Brasil. “O novo polo conecta o trabalho técnico da operação do SIN à produção científica das universidades, criando um ambiente de colaboração voltado à transformação energética”, explica.
Além de apoiar o desenvolvimento de estudos, protótipos, provas de conceito e projetos cooperativos, o Centro deverá contribuir para a formação e atração de jovens talentos, a qualificação de profissionais, o fortalecimento do ecossistema de inovação, a articulação entre universidades, empresas, startups e instituições públicas, bem como para a prospecção de recursos e oportunidades de cooperação nacional e internacional.


