A operadora Algar desenvolveu o Projeto Torre Verde, uma iniciativa que reformula a infraestrutura de rede móvel para assegurar a expansão da conectividade com menor impacto ambiental e redução de custos operacionais. Ao diversificar as opções de soluções com novos materiais, formatos e modelos de instalação, a Algar substituiu as torres convencionais e diminuiu a dependência de aluguéis, adotando novos formatos de construção e modelos de negócio.
Leia mais
Algar avalia uso de material reciclado em postes de torres
A primeira torre do novo modelo já foi inaugurada no Setor Industrial Leste III, em Uberlândia (MG). Na atual fase de Prova de Conceito (PoC), uma das soluções avaliadas é o uso de postes em Fibra de Vidro, desenvolvido em parceria com o fornecedor especializado, TecFibras.
Com 30% de conteúdo reciclado em sua composição, cada torre de fibra de vidro produzida pelo fornecedor contribui para o reaproveitamento de cerca de 30 mil garrafas PET e 2,5 mil garrafas de vidro. Sua durabilidade, resistência à corrosão e baixo peso ainda reduzem a necessidade de manutenção e substituições, o que diminui o deslocamento de equipes técnicas, o consumo de materiais e as emissões associadas à operação. O modelo também prevê equipamentos de rede móvel sem armários instalados no solo, liberando espaço urbano.
Proposta não vai se limitar aos postes de fibra de vidro
Com essa transição, a Algar evolui para uma arquitetura mais moderna, além de contribuir para a redução da poluição visual e do uso de materiais de impacto ambiental. Mas a estratégia não se restringe aos postes de fibra de vidro e estende-se a diferentes tecnologias, matérias-primas, processos e modelos de instalação. A companhia segue avaliando continuamente outras soluções de mercado, como o uso de topos de edifícios (rooftops) e estruturas compartilhadas, sempre em busca da melhor relação entre eficiência operacional, qualidade e sustentabilidade.


