Casa dos Ventos abre operação fotovoltaica no Mato Grosso do Sul com 891 MW

Empresa fez aporte de R$ 5,12 bilhões no estado e já inaugurou dois de três complexos solares para atender projetos de autoprodução

Por Redação

em 2 de Setembro de 2026

A Casa dos Ventos inaugurou a operação comercial de seus dois primeiros complexos solares no Mato Grosso do Sul (MS), o  Seriemas e o Rio Brilhante. Frutos de um aporte de de R$ 1,4 bilhão e R$ 1,6 bilhão, respectivamente — que também contempla a construção de um terceiro ativo da companhia no estado — os ativos injetam 891 MW de potência renovável no sistema elétrico.

Localizado em Paranaíba, Seriemas ocupa uma área de 940 hectares e tem capacidade instalada de 400 MW, com acordos de autoprodução de energia firmados com Dow e Aegea. Já Rio Brilhante está localizado na região sul do município de Campo Grande, próximo à divisa com Nova Alvorada do Sul, e tem 491 MW de capacidade instalada, com ocupação de 1.100 hectares. A energia gerada pelo empreendimento será integralmente destinada à Sabesp, também por meio de um contrato de autoprodução.

Casa dos Ventos ainda tem um terceiro complexo no MS em construção

Um terceiro projeto está em construção desde abril de 2026 e conta com mais de R$ 2 bilhões em investimentos. Trata-se do complexo fotovoltaico Paraíso, que será o maior deles no estado, com previsão de 640 MW de capacidade instalada e entrada em operação para 2027.

Com Seriemas e Rio Brilhante em operação e a entrada de Paraíso prevista para 2027, a Casa dos Ventos chegará a 1.531 MW de capacidade instalada em Mato Grosso do Sul, consolidando o estado como uma nova frente de crescimento da companhia.

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Impacto socioambiental

Além do impacto na geração de energia, a implantação dos três projetos da companhia em Mato Grosso do Sul — Seriemas, Rio Brilhante e Paraíso — gerou mais de 4 mil empregos nos períodos de pico das obras, contribuindo para movimentar a economia e a cadeia de fornecedores nacionais.

Os três empreendimentos foram licenciados pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e destinam, em conjunto, mais de R$ 25 milhões a programas ambientais e compensações, além da adoção das medidas de mitigação previstas no processo de licenciamento.

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