CPTM arrecada R$ 9,3 milhões no 2º leilão de inservíveis do ano

Redação – 23.09.2022 – Dos 82 lotes disponíveis, 67 foram arrematados; trilhos ferroviários respondem por mais da metade do valor total  O segundo leilão de materiais inservíveis realizado pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), realizado semana passada, arrecadou um total de R$ 9,3 milhões. O valor representa uma receita 9% inferior em relação aos R$ […]

Por Redação

em 23 de Setembro de 2022
Redação – 23.09.2022 – Dos 82 lotes disponíveis, 67 foram arrematados; trilhos ferroviários respondem por mais da metade do valor total 

O segundo leilão de materiais inservíveis realizado pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), realizado semana passada, arrecadou um total de R$ 9,3 milhões. O valor representa uma receita 9% inferior em relação aos R$ 10,1 milhões previstos pela companhia. 

Mesmo diante do resultado menor que o esperado, a CPTM vê o resultado como positivo. A empresa argumenta que a cotação da sucata no mercado está em queda nos últimos meses, resultando na redução dos preços pagos pelo material.  

Dos 82 lotes disponíveis, 67 foram arrematados. E entre eles estão todos os 14 vagões de trens ofertados, sendo 12 da Série 2100 e dois da série 4800. Mas foram mais uma vez os trilhos ferroviários o grande destaque do evento, respondendo por 53% do total vendido, ou R$ 4,9 milhões. Segundo a CPTM, os trilhos podem ser reciclados ou reaproveitados por operadores ferroviários que possuem requisitos de operação diferentes da estatal. 

Já os dormentes de madeira, utilizados principalmente pela indústria de móveis rústicos e por segmentos que trabalham com o reuso de materiais, como decoração, responderam por 18% do total arrecadado, ou R$ 1,6 milhão. 

“Aliado ao retorno financeiro, visto que recuperamos parte do investimento que fizemos, é importante lembrar que os nossos leilões são operações sustentáveis que proporcionam a reutilização e reciclagem de materiais valiosos, o que auxilia diversos setores da economia. De forma mais ampla, o processo também contribui para a redução de consumo de energia elétrica, para a redução de emissão de CO2, aumento da vida útil dos aterros e, portanto, na preservação da água, ar e solo”, afirma Pedro Moro, presidente da CPTM. 

Os 15 lotes não arrematados neste leilão serão novamente disponibilizados no próximo leilão de inservíveis da CPTM, previsto para acontecer ainda neste ano.

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