A expectativa de vendas de equipamentos da Linha Amarela é de crescimento de 14% em 2024, de acordo com números do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, chegando a 36,6 mil máquinas comercializadas. O crescimento é expressivo em quase todos os modelos que compõem a categoria, com exceção das pás-carregadeiras, que tem previsão de queda de 10% no número de vendas, com 6 mil equipamentos.
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A linha de retroescavadeiras – equipamento com o maior volume de vendas no grupo de Linha Amarela ao longo dos anos e o que mais gera expectativa de vendas – tem previsão de aumento de 19% nas vendas em 2024, quando se compara com o resultado feito em 2023. A expectativa é de que cerca de 11 mil equipamentos do tipo tenham sido comercializados no ano passado.
As expectativas com as escavadeiras também são positivas, com previsão de crescimento de 13% e venda de 8,2 mil unidades. Os números são ainda mais otimistas com as miniescavadeiras, que podem crescer 32% e chegar a 2,5 mil equipamentos vendidos. Ainda sobre miniequipamentos, as mini carregadeiras podem chegar a 2 mil unidades em 2024, crescimento de 39%.
Representatividade de vendas de trinca de Linha Amarela diminui
A trinca Retroescavadeiras, Pás Carregadeiras e Escavadeiras se mantém há tempos como os equipamentos com o maior volume de vendas no País, com 76% em média do total das vendas na Linha Amarela. Mas essa representatividade vem caindo e em 2024 deve chegar a 69%, o menor patamar registrado. Para 2025, a demanda prevista neste ano para Retroescavadeiras, Pás carregadeiras e Escavadeiras representa 70% do total de 37 mil máquinas estimadas na Linha Amarela.
O Estudo Sobratema lembra que o mercado nacional de equipamentos de Linha Amarela atingiu um pico de mais de 33 mil equipamentos em 2013, em boa parte alimentadas por compras do governo federal. Esse número levou quase dez anos para ser batido, quando 2022 registrou uma movimentação de quase 40 mil máquinas de Linha Amarela. Naquele ano, a trinca de equipamentos respondeu por 79% das vendas.
Fonte: Revista MT