Chile quer queimar menos carvão daqui para frente

Da Redação – 05.02.2018 –

Tendo a maior parte (38%) da sua matriz energética proveniente de termoelétricas a carvão, o Chile quer avançar na descarbonização. E a pedida é ampliar os investimentos em energia solar e eólica. O governo do país está criando um grupo de trabalho com gigantes do ramo energético, como AES Gener, Colbún, Enel e Engie, que tentará inverter esse cenário entre 2030 e 2050.

De imediato, a intenção é brecar o desenvolvimento de novas usinas termoelétricas a carvão. Nesse rol, duas que estão em projeto de avaliação no Ministério de Energia do Chile já devem ser revisadas: Santa María II e a segunda etapa da Mejillones.

Em comunicado para a imprensa, o governo chileno disse que “graças à significativa redução de custos e à massificação de tecnologias de geração renovável que foram incorporadas na matriz do país, a indústria de geração de eletricidade visualiza um futuro cada mais renovável, onde a geração termoelétrica deixará de ser a principal fonte de energia e passará a ser, junto com a hidreletricidade e outras fontes renováveis e de armazenamento, o complemento da geração solar e fotovoltaica em momentos de ausência de luz solar ou de vento.

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