Como o novo presidente pode reduzir a inclusão digital?

Da Redação – 17.09.2018 –

Segundo GSMA, a resposta é uma agenda de iniciativas que estimule, inclusive, a expansão da infraestrutura 

O rol de açoes da entidade inclui a conexão de todos os brasileiros à internet, aos serviços móveis e às máquinas – via Internet das Coisas (IoT) – além de fomentar o desenvolvimento e a adoção de serviços digitais que possam aumentar a eficiência dos processos e reduzir custos. A associação também quantifica o desafio: o país teria o potencial de elevar o número de usuários únicos, dos atuais 143 milhões, para 180 milhões em 2022, e de ampliar o total de conexões, dos atuais 235,9 milhões, para 330 milhões no mesmo período.

Quando o assunto é Internet das Coisas, a estimativa da GSMA é que o número de objetos conectados saltará de 16 para 60 milhões até 2022, e que sejam gerados 100 mil novos empregos no período. “O próximo presidente terá em suas mãos a oportunidade de definir como o Brasil integrará as novas cadeias de valor, as novas indústrias e verticais trazidas pela digitalização da economia”, disse Sebastián Cabello, diretor regional para a América Latina da GSMA.

Na avaliação dele, é necessário que o próximo presidente adote uma agenda digital com visão de longo prazo, o que significa a promoção de investimentos em infraestrutura e tecnologia e, consequentemente, o desenvolvimento e a oferta de novos serviços digitais. As ações envolveriam três frentes: atualização legal e regulatória, promoção da inclusão digital e redução das barreiras para o investimento privado no setor.

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