Conheça os 3 pontos que vão definir a energia do futuro

Da Redação – 03.09.2018 – 

Segundo a consultoria E&Y, o trio inclui acesso à produção de energia, equivalência em custos de produção e desempenho de carros elétricos

As três frentes que vão influenciar a energia do futuro foram listadas a partir de uma pesquisa mundial e, de acordo com a E&Y, vão influenciar todos os países, porém em prazos distintos. Os três pontos mostram como ocorrerá a transformação na produção e consumo de eletricidade. “O acesso à geração autossuficiente de energia, gerar e armazenar energia pelo mesmo valor do que adquirir de um fornecedor e os carros elétricos vão conduzir esse movimento”, sentencia a E&Y.

O levantamento estima que os carros elétricos serão os primeiros a conquistarem espaço nos mercados mundiais, se tornando semelhantes aos veículos de combustão em desempenho e custos até 2025. A equivalência dos custos de geração e armazenamento ante a compra de fornecedores é outra tendência que se consolida. “É estimado que até 2021 esta mudança já esteja em operação na Oceania e em 2022 na Europa, enquanto os Estados Unidos só deve chegar a esse patamar em 2042, onde o setor energético é muito complexo e altamente regionalizado”, detalha.

Geração renovável em alta escala começa a acontecer 

As descobertas indicam uma diferença entre os trabalhos da Europa e Oceania na transformação energética, assim como nos Estados Unidos. O aumento de fontes de energia distribuídas deve impactar os serviços públicos nos Estados Unidos e as preferências dos consumidores mais lentamente do que em outros mercados. Isso se deve ao custo de geração, como geração de energia renovável em larga escala, o baixo custo do gás natural, taxas baixas nas contas de energia e pouco gasto com manutenção da rede.

A projeção da produção de energias renováveis até 2050 reflete esta tendência. Na Europa e Oceania, elas representam 50% e 49% da demanda de consumo, respectivamente. Nos Estados Unidos – onde as políticas de energia renováveis estão em evolução e são mais variáveis – atinge os 18% na região Nordeste e 49% na costa Oeste.

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