CSN reforma frota de caminhões fora de estrada

Redação – 26.05.2021 – Processo executado pela Sotreq envolveu a substituição de mais de 15.000 peças, incluindo linhas hidráulicas, chicotes elétricos e sensores

Uma frota de seis caminhões fora de estradas da CSN Mineração foram reformados entre julho e agosto do ano passado e voltaram a operar na mina Casa de Pedra. O processo foi coordenado pela Sotreq, que é o dealer da Caterpillar, fabricante dos equipamentos modelo 793D com capacidade para 240 toneladas. Os veículos foram reformados na unidade da Sotreq em Vespasiano (MG).

Segundo a empresa, a reforma de um ativo de alto valor como os caminhões fora de estrada é um atrativo em função do custo benefício.  Realizada em 120 dias, a iniciativa é certificada pela fabricante e consegue reestabelecer as condições do equipamento, permitindo assim que o mesmo tenha novamente comportamento e performance de equipamento novo. “Claro que é necessário aguardar um pouco mais para assegurar tudo o que o projeto promete no que tange à confiabilidade e desempenho da frota”, afirma Ivan Antonio de Oliveira Junior, gerente de manutenção e engenharia da CSN Mineração.

Rodrigo Amaral, gerente de Suporte ao Produto da Sotreq, confirma esta vantagem do custo-benefício. “Uma reforma certificada para equipamentos de grande porte de mineração, em média, custa de 50% a 60% do valor de um equipamento novo”, afirma. De acordo com ele, a decisão sobre a reforma é tomada de forma conjunta com o cliente, de acordo com sua necessidade. No caso dos caminhões da CSN, ele ressalta que foram feitos diversos estudos técnicos e financeiros, incluindo TCO, que demonstraram a viabilidade do produto.

O processo do Rebuild visa retornar o equipamento a uma condição análoga ao novo. Para isso, o equipamento precisa passar por um processo de reforma robusto, onde é completamente desmontado. O chassi passa por um processo de inspeção geral, recuperação de trincas, usinagem das articulações, medições e alívio de tensão antes do início da remontagem. O processo envolve ainda o trem de força, além do reparo de itens como radiadores, tanques e cabine, entre outros. Finalizando o escopo, foram substituídas mais de 15.000 peças, incluindo todas as linhas hidráulicas, chicotes elétricos e sensores”, explica Rodrigo.

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