Drones viram ferramenta essencial para identificar degradação ambiental

Da Redação – 13.07.2016 –

Nos últimos meses, a Polícia Militar Ambiental, a Promotoria de Justiça e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) têm utilizado veículos aéreos não tripulados (drones) para identificar degradação ambiental em áreas onde há dificuldade de acesso.

Segundo Bianca Simoni Kancelkis, professora do curso Elaboração de Laudos Periciais Ambientais, do Senac São Carlos, a tecnologia tem demonstrado custo menor que outros instrumentos para essa prática, confirmando sua tendência como ferramenta indispensável para fiscalizar degradações ambientais.

Gabriel Klabin, presidente da Santos Lab, valida que o uso de drones para a área de meio ambiente tende a crescer nos próximos anos. “Essa é uma ferramenta ideal que contribui para facilitar o trabalho técnico de vários setores, além de oferecer resultados excelentes. A Santos Lab dispõe de várias opções de equipamentos que podem ser facilmente utilizados nesse setor”, afirma.

Entre os produtos desenvolvidos pela Santos Lab, o Colibri, por exemplo, é a primeira aeronave não tripulada brasileira de asa fixa com decolagem e pouso vertical. “Ele é ideal para áreas de pista restrita com uma performance muito maior do que os multirotores da mesma categoria de peso”, diz Klabin.

Já o Carcará III conta com 4 metros de comprimento e autonomia de 5 horas, voa até 150 km/h e possui espaço para pequenas cargas. Ele também pode receber sensores a laser, entre outros equipamentos para as mais diversas missões. “Ele é indicado para serviços de levantamento aéreo de imagens e pode, por exemplo, ser utilizado na região Amazônica”, esclarece Klabin.

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