Macapá lança concessão de iluminação pública estruturada pelo BNDES

Redação, com BNDES– 20.08.2020 –

Edital foi preparado com consultoria do banco e prevê sistema eficiente para atender 500 mil pessoas na capital do Amapá

A concessão para iluminação pública de Macapá avança com o lançamento do edital que vai definir as empresas ou consórcio privado da Parceria Público Privada (PPP). A proposta é atender 500 mil pessoas na capital do estado nortista, com tecnologias avançadas e sustentáveis de LED e telegestão e que devem reduzir em mais de 45% o consumo de energia de Macapá. O projeto, anunciado nessa segunda (17/08) é um dos seis da atual carteira do BNDES de estruturações de PPPs municipais em iluminação pública. O leilão está marcado para o dia 7 de outubro.

O parceiro privado irá realizar a modernização de todo o parque de iluminação pública do município, incluindo a implantação de tecnologia de monitoramento remoto das luminárias (telegestão) nas principais vias, com benefícios imediatos para a população. Além do potencial impacto na melhoria da segurança pública do município, os investimentos também propiciarão a revitalização dos principais lougradouros e equipamentos públicos da cidade, na avaliação do BNDES.

Os investimentos da concessionária no projeto estão estimados em mais de R$ 100 milhões ao longo do período de concessão. Nessa Parceria Público-Privada (PPP) de iluminação pública, o BNDES assessorou a Prefeitura de Macapá no desenvolvimento de todas as etapas do projeto:  estudos técnicos, a modelagem econômico-financeira e a elaboração das minutas do edital e do contrato.

A concessão tem como objetivo delegar os serviços de modernização, eficiência, expansão, operação e manutenção da infraestrutura da rede municipal pelo prazo de 20 anos. A futura concessionária deverá também implementar, no prazo máximo de 24 meses, um sistema que atenda aos requisitos de eficiência e desempenho previstos no edital da PPP em toda a cidade. Deverá, ainda, implantar projetos de iluminação de destaque em locais específicos como praças, parques e monumentos.

O parceiro privado também realizará melhorias, como a implementação de sistema de telegestão nas principais vias, abrindo caminho para que serviços relacionados ao conceito de “cidades inteligentes” sejam oferecidos aos moradores. Com a concessão do serviço, são esperados impactos positivos diretos na percepção de segurança e qualidade de vida da população, potencialização do turismo e maior dinamismo da atividade econômica local.

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