Porto de Cabedelo movimenta 15% a mais de granéis sólidos em relação a 2019

Redação – 06.07.2020 –

Em números gerais, a movimentação de granéis sólidos chegou a 326.545 toneladas, enquanto em 2019, o porto movimentou 282 mil toneladas.

A instalação paraibana fechou o primeiro semestre movimentando quase 330 mil toneladas de granéis sólidos de acordo com o relatório operacional da Companhia Docas da Paraíba (Docas-PB), que administra o porto. O montante é 15% superior ao mesmo período de 2019 e no rol de cargas transportadas estão as operações com malte, trigo, petcoke e ilmenita.

“Mesmo num cenário de crise, estamos tendo ótimos resultados”, comemorou o presidente da Docas-PB, Gilmara Temóteo. Ao comentar os números, ela ainda destacou a movimentação de coque de petróleo, que teve uma alta de 27,03%. Em números gerais, a movimentação de granéis sólidos chegou a 326.545 toneladas, enquanto em 2019, o Porto de Cabedelo movimentou 282 mil toneladas.

Nos primeiros seis meses de 2020, além do coque de petróleo, o trigo teve um aumento de 22,54% na movimentação. Já são 123.529 toneladas neste ano, enquanto foram 100.808 no primeiro semestre de 2019. Segundo Temóteo, os números devem ser ainda melhores no segundo semestre, uma vez que o porto já tem navios programados para julho e operações que devem também se consolidar para os demais meses.

Granéis líquidos – Além dos resultados com os grãos, o relatório operacional apresentou os números para gasolina e diesel. No total, 182.813 toneladas de combustível já passaram pelo Porto de Cabedelo no primeiro semestre. Sendo 134.789 t de gasolina e quase 50 mil de diesel.

Prevenção – Para manter a movimentação e garantir a saúde da comunidade portuária, a Docas-PB tem redobrado a atenção com os navios que atracam no Porto de Cabedelo. Além de manter os protocolos locais, nacionais e internacionais, a Companhia tem trabalhado diariamente em parceria com as secretarias de Saúde do Estado e Município, agências estadual e nacional de Vigilância Sanitária (Agevisa e Anvisa, respectivamente), além do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Polícia Federal.

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