Provedor carioca SGLinkNet segue rumo ao FTTH

Da Canaris – 21.05.2018 – 

SGLinkNet começa a implantar fibra óptica até a casa do usuário e mantém ampliação da rede de longa distância com intuito de fechar anel óptico entre Cabo Frio e São Gonçalo.

Os sócios da SGlinkNet Fabrício (esq.) e Cássio durante a Future ISP 2018, em Olinda

Com mais de 230 km de redes de fibra óptica instaladas pelo Estado do Rio de Janeiro, a SGLinkNet agora parte para a segunda etapa de melhoria no atendimento aos seus clientes da região: levar a fibra até a casa do assinante (FTTH, na sigla em inglês). A empresa, fundada em 2011 pelos sócios-diretores Cássio Brito e Fabrício Corrêa, já tem infraestrutura necessária para esse passo em algumas das oito cidades que atende.

“Há locais em que os clientes já clamam por essa solução e para eles nós já havíamos planejado a infraestrutura necessária, inclusive com a aquisição de splliters e caixas de terminação óptica para ligar a última milha”, diz Cássio Brito. “Adquirimos esses equipamentos da Redex Telecom, com quem mantemos parceria sólida e de quem já utilizamos máquinas de fusão”, complementa.

Desse modo, a SGLinkNet provisiona a internet banda larga para seus clientes de forma prática, seguindo a lógica da instalação do cabeamento, fusão da fibra óptica, utilização de OTDRs para validar as fusões realizadas e adequação às caixas de terminação óptica e/ou splitter na última milha. “Só no último semestre adquirimos quatro novas máquinas de fusão da Redex Telecom e já planejamos novas aquisições. Não pretendemos mudar de marca dado o atendimento de primeiro nível, qualidade técnica da empresa e de seus profissionais e qualidade do produto já testado e atestado pela nossa operação várias vezes”, assegura Fabrício Corrêa.

Expansão constante
Atualmente, a rede da SGLinkNet passa por São Gonçalo, Niterói, Rio de Janeiro, Itaboraí, Maricá, Araruama, Iguaba e Cabo Frio. “Continuamos expandindo e agora estamos implantando a rede de retorno entre Cabo Frio e São Gonçalo, o que resultará no fechamento de um anel óptico entre essas cidades”, detalha Fabrício Corrêa.

A maior parte da rede da SGLinkNet é aérea, mas os sócios-diretores já vislumbram instalações subterrâneas no futuro próximo. Segundo Cássio Brito, o cabeamento enterrado se demonstra vantajoso à medida que o índice de avarias como furtos, quedas de árvores e postes e outros vieses são reduzidos. “Menor manutenção significa melhor atendimento, clientes mais satisfeitos e menos custo operacional”, resume.

Com 11 mil clientes próprios em carteira, a SGLinkNet assume como estratégia oferecer banda larga de qualidade, sem leiloar o preço. “Há concorrentes que reduzem o preço e oferecem um serviço ruim. Nós optamos por nível de excelência na entrega da banda larga e mantemos o preço justo para essa oferta”, conclui Cássio Brito.

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