PVC terá papel chave nas concessões de saneamento 

Redação – 14.07.2021

As metas do novo Marco Legal do Saneamento são arrojadas e incluem a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e coleta de esgoto. Para o Instituto Brasileiro do PVC, o material pode contribuir para o processo. A entidade aposta nas características como durabilidade, eficiência, disponibilidade e excelente custo-benefício como pontos positivos para que esse tipo de plástico seja mais adotado pelas concessionárias.

De acordo com o Instituto, o PVC é um dos termoplásticos mais consumidos do mundo. O material está presente em cerca de 90% das tubulações de água e esgoto nas instalações prediais. Na infraestrutura, está em 85% das tubulações de água e 60% das tubulações de esgoto. “Além da durabilidade, o PVC é reciclável, o que reforça ainda mais a opção como econômica, segura e sustentável”, destaca Alexandre de Castro, presidente da entidade.

O PVC pode ser usado em praticamente todo o ciclo do saneamento, desde a adução de água potável à coleta e despejo de dejetos. Nos ramais de adução de água e esgotamento sanitário as vantagens são significativas. O PVC não sofre corrosão e é 100% estanque, impedindo vazamentos ao longo do caminho de distribuição. Assim, gastos financeiros e impactos ambientais, como contaminação do solo e perda de água potável são evitados.

Outros benefícios do PVC ao saneamento básico são leveza, facilidade de manuseio e de instalação, conferindo agilidade ao projeto; reduz a necessidade de manutenção frequente porque evita o acúmulo de resíduos que possam interferir no transporte de água ou coleta de esgoto; além de ser 100% reciclável, 70% dos produtos de PVC têm longa vida, podendo chegar até 100 anos.

Atualmente, o Brasil tem mais de 100 milhões de pessoas sem tratamento de esgoto e cerca de 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada. As empresas privadas que vencerem os futuros leilões terão de investir mais de R$ 700 bilhões até 2033 para resolver os problemas básicos de atendimento, como infraestrutura (estações de tratamento e redes adutoras), coleta e tratamento de esgoto; rede de água potável e as perdas nas redes.

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