Armacell traz painéis de espuma de PET para fachadas de construção

Redação – 20.05.2021 – O compósito de PET da Armacell é um material resultante da combinação entre polímeros e reforços, como fibras de vidro, adesivos e garrafas PET. Essas combinações resultam em espumas com bons índices de resistência mecânica, química e baixo peso. Segundo a fabricante, o material já é usado com frequência em fachadas de edificação na Europa e na Ásia e a intenção é que ocorra o mesmo no Brasil. Por isso a companhia desenvolveu dois produtos de compósito e tem conversado com construtoras para viabilizar aplicações em projetos mais sofisticados na cidade de São Paulo.

O ArmaPET Struct é para painéis estruturais, cujos testes demonstram que o ciclo de vida das PETs utilizadas na produção resultam em baixas emissões de CO2, auxiliando as construções a reduzir a pegada de carbono dos seus empreendimentos. Já a outra solução, ArmaPET Struct FR, é livre de halógenos e tem baixa geração de fumaça, retardando a ação do fogo e igualmente cumprindo mais um requisito de classificação das construções sustentáveis. “A escolha desses materiais atende requisitos de segurança e também normas específicas, como a certificação LEED, para construções sustentáveis”, confirma Rogério Sanches, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Armacell na América do Sul.

Tanto no ArmaPET Struct quanto no ArmaPET Struct FR (Fire Retardant) o processo de produção é controlado, propiciando ao produto final estabilidade das propriedades de densidade, dimensional e de rigidez. Os produtos são testados e homologados por laboratórios interno e externo, como o DNV-GL, que fica na Noruega.

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Sanches destaque que esse tipo de espuma oferece, além da estética, facilidade de montagem das peças fora do canteiro de obras, como se fosse um quebra-cabeças. “Isso é possível porque o compósito é cerca de 20 vezes mais leve que o concreto, que chega a pesar 2 a 3 mil quilos por metro cúbico“.

Segundo a Armacell, não há restrição quanto ao uso desse tipo de espuma. O que se deve levar em consideração é o padrão do empreendimento que justifique a aplicação do produto. “Vale ressaltar que o custo final pode se tornar menor em comparação ao concreto quando envolvemos questões de logística e condições climáticas”, afirma Sanches.

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