Mercado de rastreadores para energia solar cresce no Brasil segundo fabricante

Redação – 19.02.2021 –

Fabricante do dispositivo, a STI Norland Brasil anuncia investimentos para ampliar portfólio na área de usinas solares em sua planta de Camaçari (BA)

Rastreador movimenta módulos solares para acompanhar movimento do sol ao longo do dia

Os novos projetos de geração solar também impactam nos fabricantes de componentes dessa indústria. É o caso da divisão brasileira da STI Norland. A empresa, que já tinha crescido 95% em 2020, agora investe na ampliação de sua oferta no país. De acordo com ela, os aportes em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento e maquinário estão entre as prioridades. A empresa já soma mais de 62 mil rastreadores (trackers) vendidos, representando cerca de 8 milhões de módulos fotovoltaicos instalados em 160 usinas. Juntos, os módulos têm capacidade para gerar cerca de 3,5GWp de energia.

Apenas durante 2020 no Brasil, a empresa aumentou em mais de 120% seu quadro de funcionários em relação ao ano anterior, devido à alta demanda por novos projetos fotovoltaicos. Além da contratação, a STI Norland oferece treinamentos e capacitação com o objetivo de desenvolver os profissionais para atuação nos novos negócios que foram acoplados ao portfólio da empresa.

Para 2021, a STI Norland Brasil planeja investir mais no desenvolvimento de outras linhas de atuação na prestação de serviços para usinas solares fotovoltaicas. A empresa destinará parte de sua verba às tecnologias, como softwares, para otimização de operação e manutenção, além de investir em maquinários para a área de construção de usinas. O foco da organização se dedica a duas frentes principais: inovação na engenharia de seus produtos, realizada pelo braço de P&D da organização; e o suporte e atendimento ao cliente.

“Temos estudado novas tecnologias para melhorar a performance dos nossos produtos a um menor custo para os clientes. O objetivo é entregar um produto que consiga ser cada vez mais eficiente na captação de energia e que custe menos”, comenta Daniel Timm, diretor de engenharia da corporação no Brasil. “Para isso, fomentamos muito a parte de pesquisa e inovação e, este ano, iremos iniciar a fabricação própria de alguns componentes, gerando mais investimento em material, capacitação profissional e colaboradores”, finaliza.

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