Movimentação portuária na Região Nordeste cresce 2,68% no período janeiro-maio

Redação com Antaq – 06.08.2021 Instalações portuárias movimentaram 124,7 milhões de toneladas.

A movimentação portuária na região Nordeste foi de 124,7 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2021. Isso significa um crescimento de 2,68% em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pelo diretor-geral da Antaq, Eduardo Nery, nesta terça-feira (3), durante palestra no Nordeste Export, em São Luís (MA).

Nos primeiros cinco meses do ano, os terminais privados movimentaram 92,5 milhões de toneladas, crescimento de 1,08%. Já os portos públicos movimentaram 32,2 milhões de toneladas (+ 7,56%).

Nery trouxe números da movimentação de carga discriminados por instalações portuárias localizadas na Região Nordeste, com destaque para o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (MA), com 67,6 milhões de toneladas, o Porto do Itaqui (MA), com 12,5 milhões de toneladas, e o Porto de Suape (PE), com 9,2 milhões de toneladas. Dados referentes ao período janeiro-maio de 2021. “Os portos da Região Nordeste têm posição estratégica em rotas internacionais”, enalteceu o diretor-geral.

Arrendamentos

O diretor-geral da Antaq destacou os terminais portuários licitados na Região Nordeste em 2020 e 2021. Já foram leiloadas áreas nos portos de Maceió (AL), Aratu (BA) e Itaqui (MA). “Os investimentos alcançam mais de R$ 1 bilhão”, ressaltou Nery.

Eduardo Nery também trouxe os arrendamentos previstos para 2021 na Região Nordeste. Ao todo, devem ser dez áreas leiloadas, com investimentos de R$ 768,6 milhões. Três leilões acontecerão em 13 de agosto. São áreas nos portos de Fortaleza, de Maceió e de Salvador. “Os arrendamentos são importantes para trazer ao setor mais modernidade, mais eficiência, melhorando nossa infraestrutura e nossa logística.”

Ações

Eduardo Nery, no final de sua palestra, listou as ações estruturantes da agência, entre elas a regulação e a fiscalização responsivas, a defesa da segurança jurídica, a estabilidade regulatória; a redução do fardo regulatório; a desburocratização e a viabilização de investimentos no setor aquaviário.

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