“Não haverá obras públicas”, adianta Secretário de Fomento e Apoio a Parcerias de Entes Federativos

Redação – 29.11.2019

Wesley Callegari Cardia, participou ontem do evento da Sobratema em São Paulo e explicou que obras de infraestrutura devem ficar a cargo da iniciativa privada dentro dos projetos de parcerias, concessões e privatizações

Convidado especial do Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos, o Secretário de Fomento e Apoio a Parcerias de Entes Federativos foi enfático ao dizer que o governo federal vai se concentrar em saúde, educação e segurança. Cardia faz parte da Secretaria Especial do PPI, sigla para Programa de Parcerias e Investimentos. O PPI concentra os projetos de concessão e privatização do governo federal e de estados e municípios que queiram participar das iniciativas. A carteira atual de projetos é vasta e inclui até a concessão de parques nacionais.

Cardia lembra que a reunião mais recente do conselho do PPI (ocasião de apresentação de projetos potenciais) acabou de acontece em Brasília e lembra que obras rodoviárias, concessões de aeroportos (em lotes, combinando grandes infraestruturas com aeroportos menores), navegação de cabotagem, entre outros, devem movimentar o mercado de construção civil e, consequentemente, os fabricantes de equipamentos e máquinas.

Além de otimismo, o secretário trouxe informações recentes como a inclusão de uma lista de construtoras nacionais dentro do PPI como fonte de parcerias para grupos internacionais interessados em formar alianças locais para investir em projetos de infraestrutura. Cardia também consolidou o portfólio de empreendimentos atuais que incluem, inclusive, a provável concessão dos Correios. Na área de infraestrutura, o pacote envolve 11 ferrovias, 22 aeroportos, 23 portos, dois leilões de energia, entre outros. Até agora foram 170 projetos, entre concessões e privatizações.

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