Porto do Açu é o primeiro porto do Brasil a obter certificação internacional EcoPorts

Redação – 27.09.2021 – Selo é a principal iniciativa global do setor e reconhece portos com boas práticas de gestão ambiental 

Porto de Açu, que acaba de ganhar a principal certificação ambiental de seu setor (foto: divulgação).

O Porto do Açu se tornou o primeiro porto no Brasil a receber a certificação EcoPorts, principal iniciativa de certificação ambiental do setor. A chancela incorpora as principais normas de gestão ambiental reconhecidas internacionalmente, como a ISO 14001. Um dos objetivos da rede é padronizar boas práticas de gestão ambiental do setor portuário por meio da cooperação e compartilhamento de conhecimento. 

A conformidade com o padrão Port Environmental Review System (PERS) é avaliada de forma independente pela empresa certificadora Lloyd’s Register Quality Assurance. O certificado tem validade de 2 anos. 

O selo EcoPorts reforça o compromisso de desenvolvimento do Açu como um porto de classe mundial, comprometido com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança formalizadas em sua política de sustentabilidade. Recentemente a empresa divulgou o seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, referente ao ano-base 2020, com o objetivo de dar publicidade e transparência aos resultados ESG da companhia. 

Também em 2021 o Porto do Açu formalizou sua adesão ao Enviromental Ship Index (ESI), índice que classifica as embarcações que superam os padrões de emissão estabelecidos pela Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês). Navios que performam acima dos padrões ambientais estabelecidos, incluindo os níveis de emissões de gases do efeito estufa, passaram a ter acesso a tarifas portuárias diferenciadas, com descontos de até 10%. Com a iniciativa, o Porto do Açu passa a integrar uma lista de mais de 60 portos globais que adotaram o mecanismo de incentivo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Podcast

    Redação InfraDigital – 20.10.2021 – Pesquisa aponta que 88% dos bancos investiram em UX em 2019, de olho em novas experiências 

    O início da pandemia de covid-19 interrompeu a digitalização do mercado financeiro no Brasil, aumentando em 17% a circulação do dinheiro em espécie no País. O índice foi resultado da entrada do auxílio emergencial de R$ 600 (que chegava a R$ 1200 para famílias chefiadas por mães solo) e por pessoas que guardaram o dinheiro em casa por segurança. No entanto, a praticidade que os meios digitais de pagamento, como o Pix, trazem podem mudar essa realidade. 

    No último podcast da segunda temporada de “O Futuro do Dinheiro”, especialistas do mercado discutiram as mudanças que o setor financeiro tem passado. Fabiano Sabatini, especialista em IoT da Intel, lembrou da pesquisa Digital Banking Report, da consultoria Infosys, que aponta que 88% dos bancos aumentaram o investimento em tecnologia para gerar uma melhor experiência ao cliente. 

    Esse investimento se reflete, por exemplo, na adoção do open banking, como lembra Matheus Marcondes Neto, especialista da Diebold Nixdorf. Além de citar diversos exemplos de tecnologia, ele destacou a simplificação que isso geral ao segmento financeiro, permitindo que clientes possam integrar seus dados entre diferentes serviços bancários para obter melhores soluções. 

    Outro exemplo da digitalização é a integração entre os ambientes físicos e digitais, que já acontece hoje. Aplicativos de diferentes bancos já mostram onde o cliente pode encontrar caixas eletrônicos que atendem a marca e até começar o processo de saque pelo smartphone, como melhor explica Neto no episódio do podcast. 

    O desafio está não só em apresentar melhores experiências, mas também garantir a segurança nos processos sem que isso se torne um incômodo. Sabatini explica que, por isso, os caixas eletrônicos podem contar com tecnologia Intel para garantir a otimização da criptografia. Funciona de forma parecida com o WhatsApp: ele criptografa os dados do cliente ao sair da máquina de autoatendimento até entrar na rede do banco da pessoa. Segundo Neto, da Diebold Nixdorf, isso garante que o cartão não seja clonado, por exemplo. 

    Confira o episódio completo: