Transpetro reduz custos de TI em 60%

Da Redação – 18.07.2017 –

Diminuição diz respeito especificamente aos investimentos de hospedagem do sistema de monitoramento de navios

Empresa de logística e transporte da Petrobras, a Transpetro tem uma frota de 45 navios e 50 pontos de entrega de derivados de petróleo em todo o país. E função disso, ela precisa obrigatoriamente de um recurso que monitore a movimentação de seus equipamentos móveis. E tem. Chama-se Safe, sigla para Sistema de Acompanhamento da Frota e Embarcações. Acontece que o Safe precisa ser safe (seguro em inglês).

O Safe não pode falhar porque coordena os sensores em cada navio, que mandam informações da rota para um banco de dados central. Com isso, a estatal pode controlar sua frota e a movimentação de combustíveis pelo país. A novidade é que esse volume de dados, quase um Big Data, agora foi para nuvem, deixando de ser hospedado em servidores físicos. O processo, sediado na plataforma de nuvem do Microsoft Azure, foi adotado no final de 2016 e mostrou uma redução de 60% no valor gasto com hosting.

“Nosso contrato teve, a princípio, uma redução aproximada de custos de 50% com a Brasoftware. Na virada de 2016 para 2017 durante a renovação, tivemos uma redução de outros 10%”, avalia Alex Poloni, gerente setorial de Infraestrutura de TI da Transpetro. “Ou seja, reduzimos os custos em mais da metade em relação aos modelos de consumo anteriores à migração para o Azure”.

Maior parceira e provedora de soluções da Microsoft no Brasil, a Brasoftware atuou em conjunto com a Transpetro na migração do sistema Safe para a nuvem. O projeto inclui a migração para o Azure e a configuração das ferramentas de monitoração. Com isso, a equipe de TI da transportadora marítima pode acompanhar o consumo de combustíveis em tempo real nas áreas cobertas pela empresa.

“Fizemos a migração de servidores através da mudança da estrutura do banco de dados para a aplicação do Azure com os serviços de máquinas virtuais e de rede”, explica André Oliveira, gerente de Serviços da Brasoftware. Segundo ele, o processo foi feito em tempo real, sem necessidade de desligar o serviço, algo previsto no escopo do projeto e premissa básica colocada pela Transpetro, uma vez que o Safe é considerado de missão crítica.

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