Uso de biometria em aeroportos reduz lentidão em portões de embarque

Da Redação 12.08.2015 –

Tecnologia também aumenta a segurança, sendo capaz de impedir uso de passaportes de terceiros.

No ano passado, a consultoria Acuity Market Intelligence estimou que serão investidos mais de US$ 2,2 bilhões no controle automatizado de fronteiras até 2018 em todo o mundo. Segundo a consultoria, 43% dos aeroportos europeus contarão com tecnologia biométrica durante esse período. O aeroporto Václav Havel, em Praga, na República Tcheca, por exemplo, já está implantando dez e-Gates de leitura de impressões digitais, capazes de aumentar a agilidade e a confiabilidade dos processos de imigração, como controle de passaportes, identificação nos portões de embarques e quiosques. Outro exemplo é o aeroporto internacional de Hong Kong, que conseguiu reduzir os atrasos nesses processos com a biometria, autenticando mais de 600 mil visitantes diariamente.

De acordo com Kerry Reid, vice-presidente global de vendas da HID Biometrics, fornecedora dessa tecnologia, quando o sensor biométrico é tocado, a imagem capturada é comparada com um grande banco de dados para identificar o indivíduo. “Na sequência, depois de tudo confirmado, o controle de acesso é liberado”, explica. Ele diz que o leitor é baseado em imagem multiespectral, permitindo identificar até mesmo se o dedo estiver sujo, molhado ou desgastado.

Reid destaca que esse tipo de medida impede fraudes, como a utilização de passaportes de terceiros durante as viagens. “Trata-se de uma conquista extraordinária que vem sendo incorporada por diversos setores que necessitam aumentar a velocidade de suas operações sem abrir mão de segurança”, diz.

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