A Mineração Taboca investiu em conectividade satelital para garantir as operações de sua mina de estanho Pitinga, localizada em uma área remota na Amazônia. Através de uma plataforma da Speedcast, a mina agora tem acesso à uma rede de satélites geoestacionário e de baixa órbita (LEO) — estes da Starlink — além de sua infraestrutura já consolidada de de fibra ótica.
O projeto de conectividade funciona porque a plataforma SIGMA, da Speedcast, atua como agregador inteligente de banda, permitindo o gerenciamento e a combinação de múltiplos links em tempo real. A iniciativa se destaca por ser o primeiro projeto na região Norte a utilizar essa configuração de link aggregation para otimizar desempenho, ampliar capacidade e garantir redundância.
A mineradora conta com mais de três mil empregados, entre próprios e terceirizados, além de uma usina hidrelétrica própria no local, pessoas e ativos que precisam estar conectados. “Em uma operação como a nossa, a conectividade está diretamente ligada à continuidade das atividades. A solução trouxe ainda mais estabilidade e previsibilidade para apoiar nossas demandas”, afirma Bruno Moreira, gerente de TI da Mineração Taboca.
Mineração Taboca testou conectividade satelital primeiro
Inicialmente implementado como um projeto piloto com três terminais, o sistema foi posteriormente expandido para quatro terminais, atendendo duas localidades distintas e inúmeros usuários simultaneamente. Com a nova arquitetura, a Mineração Taboca passou a contar com uma infraestrutura capaz de minimizar interrupções e sustentar ainda mais suas operações.
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Para a SC CapRock, a adoção de modelos híbridos tende a ganhar espaço em setores intensivos em infraestrutura. “Este projeto é um exemplo claro de como a combinação de diferentes tecnologias, aliada a uma camada inteligente de gestão, permite ganhos relevantes de desempenho e resiliência, especialmente em regiões remotas”, destaca André Gustavo SantAnna, diretor da SC CapRock no Brasil.


