A Ligga Telecom concluiu uma nova etapa de expansão de infraestrutura óptica no estado baseada em redes pré-conectorizadas, modelo que busca reduzir tempo de implantação, aumentar padronização técnica e ampliar a eficiência operacional. A estratégia da Ligga de modernização da sua rede utiliza a solução PRECON, tecnologia pré-conectorizada da Fibracem voltada à expansão mais rápida e padronizada de infraestrutura óptica.
Nos últimos dois anos, o projeto executado com o apoio da Fibracem implantou mais de 9,4 mil NAPs (Network Access Points), 1.235 quilômetros de rede óptica e 115 mil portas para ativação de clientes, com investimento total de R$ 15,55 milhões, mobilizando 30 equipes dedicadas.
Vantagem para o negócio
Segundo a Ligga, a modernização permitiu ampliar a capacidade operacional da rede e sustentar tanto o crescimento da base de assinantes quanto a migração de usuários de infraestruturas legadas para uma rede mais estável e preparada para o aumento do tráfego de dados.
Conforme aponta Humberto Sartini, gerente executivo de Engenharia e TI da Ligga Telecom, a solução PRECON trouxe mais agilidade operacional, padronização técnica e eficiência para a expansão da infraestrutura. “Isso impacta diretamente a velocidade de atendimento ao cliente, reduz falhas operacionais e melhora a experiência do usuário final.”
PRECON acompanha nova fase do setor de telecom
O movimento acompanha uma transformação mais ampla no setor de telecomunicações. O aumento do consumo de streaming, aplicações em nuvem, trabalho híbrido, inteligência artificial e digitalização de empresas vem elevando a demanda por redes com maior capacidade e estabilidade. Para a Fibracem, a rede PRECON é a melhor solução para as operadoras que precisam crescer de forma rápida, garantindo qualidade e eficiência operacional.
Hoje, a Ligga realiza cerca de 5 mil novas instalações por mês utilizando a infraestrutura implantada. A estratégia da companhia é aumentar a ocupação da rede já instalada e expandir a infraestrutura de acordo com o avanço da demanda nos próximos anos.
Além do segmento residencial, a infraestrutura também suporta serviços de conectividade voltados a pequenas e médias empresas, com potencial de aplicação em projetos de cidades digitais, bairros planejados, centros logísticos e polos empresariais previstos no planejamento comercial da operadora para 2026 e 2027.


