A 8ª edição do Construsummit reuniu cerca de 2,5 mil participantes nos dias 1º e 2 de julho, em Florianópolis (SC), sendo mais de 71% decisores, e gerou mais de 3 mil oportunidades de negócio. Após o sucesso do evento, a próxima edição do Construsummit já está marcada para os dias 2 e 3 de junho de 2027, com o objetivo de avançar ainda mais na discussão sobre como tecnologia, dados e inteligência artificial podem gerar resultados concretos para as empresas da construção.
“O Construsummit nasceu para conectar o mercado e antecipar as discussões que vão orientar os próximos passos da construção civil. Nesta edição, vimos um setor cada vez mais voltado a decisões baseadas em dados, produtividade e inovação”, afirma Cristiano Gregorius, Diretor Executivo do Ecossistema Sienge, realizador do evento.
Evento marcou lançamento de estudo estratégico para o mercado
Durante o Construsummit 2026, foi apresentada a primeira edição do Radar da Construção, estudo desenvolvido pelo Ecossistema Sienge, CV CRM e Grupo OLX, com participação da Nomad. A iniciativa reúne indicadores de custos da construção, lançamentos imobiliários, demanda regional, comportamento do consumidor e variáveis macroeconômicas para apoiar decisões mais estratégicas de empresas do setor. Com atualização semestral, o levantamento busca oferecer uma visão integrada do mercado e contribuir para um planejamento mais assertivo em um cenário de maior competitividade e necessidade de eficiência.
O evento ainda contou com uma programação em que executivos, especialistas e representantes de empresas e instituições discutiram os principais desafios da construção civil e o papel da tecnologia, dos dados e da inteligência artificial na transformação do setor.
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Entidades marcaram presença no Construsummit
Representantes da Caixa Econômica Federal, CBIC, Abecip e Abramat participaram de um painel sobre o cenário atual e as perspectivas para a construção civil. Entre as projeções apresentadas, a Abecip estimou crescimento de 28% no crédito imobiliário em 2026, enquanto a Caixa projetou expansão de 30% nas operações de financiamento. Já CBIC e Abramat apontaram expectativa de crescimento próximo de 1% para a construção civil e para a indústria de materiais.
Para os próximos anos, os participantes destacaram que fatores como juros, disponibilidade de mão de obra qualificada e adaptação ao novo modelo tributário serão determinantes para o ritmo de crescimento do setor. Nesse contexto, o avanço da tecnologia, da inteligência artificial e de iniciativas voltadas ao aumento da produtividade foi apontado como um dos principais caminhos para apoiar a competitividade e a sustentabilidade da construção nos próximos anos.
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