Ibram busca estreitar relações com Azerbaijão

Diretor do Instituto Brasileiro de Mineração apresentou um panorama do setor brasileiro a embaixador do Azerbaijão, destacando a relevância do setor para a economia nacional,

Por Redação

em 6 de Julho de 2026

O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) realizou uma reunião com o embaixador da República do Azerbaijão no Brasil, Rashad Novruz (à direita na foto acima), na última quinta-feira (2/7) na sede da entidade em Brasília (DF). Na pauta, estavam as possibilidades de aproximação entre o Brasil e o Azerbaijão em temas de interesse comum, incluindo investimentos, desenvolvimento da mineração, sustentabilidade, inovação e o papel dos minerais estratégicos para a transição energética e o crescimento econômico.

Pablo Cesário (à esquerda na foto acima), diretor-presidente do Instituto, apresentou um panorama da mineração brasileira, destacando a relevância do setor para a economia nacional, o protagonismo do País na produção de minerais essenciais para as novas tecnologias e os avanços promovidos pela indústria mineral em sustentabilidade, segurança e governança.

O embaixador Rashad Novruz ressaltou o interesse do Azerbaijão em ampliar o diálogo com instituições brasileiras e fortalecer a cooperação bilateral em áreas estratégicas, entre elas a mineração, considerada um segmento de crescente importância para o desenvolvimento econômico e para a diversificação das relações entre os dois países.

Diretor do Ibram defende potencial global do Brasil

O diretor-presidente do Ibram já havia defendido o potencial brasileiro durante o ‘CNN Talks Nova Era da Mineração’, realizado dia 30 de junho, em São Paulo. Na ocasião, Cesário afirmou que o Brasil tem segurança institucional, capacidade industrial e conhecimento técnico para atrair investimentos e ocupar posição de protagonismo na agenda global da mineração.

Segundo ele, o país pode dialogar com países e regiões como China, Estados Unidos e Europa em outro patamar. Para isso, Cesário diz que o Brasil vai precisar superar desafios tecnológicos como a separação, em escala industrial, de terras raras, tecnologia hoje concentrada na China. “Essa tecnologia é central. A gente precisa desenvolver aqui. Dá para fazer? Dá”, disse. Pablo também destacou que o Brasil dispõe de centros de pesquisa e conhecimento técnico para avançar nessa agenda.

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